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Exposição “(Re)Descobrir Agustina Bessa-Luís na ilha de Santa Maria (Açores)”

Exposição “(Re)Descobrir Agustina Bessa-Luís na ilha de Santa Maria (Açores)”

Sinopse: A Biblioteca Municipal de Vila do Porto acolhe, de 22 de janeiro a 28 de fevereiro, a exposição “(Re)Descobrir Agustina Bessa-Luís na ilha de Santa Maria (Açores)”, promovida pelos Lions de Santa Maria, no âmbito do centenário do nascimento da escritora (1922-2022).
A Exposição é de caráter bibliográfico, e apresentará livros, documentos inéditos, curiosidades da vida de Agustina e da sua relação com a escrita e com o mundo; e com parte do arquivo Agustiniano do Dr. Luís Abel Ferreira.
A inauguração está marcada para o dia 22 de janeiro, pelas 18H00, e poderá ser visitada à segunda-feira das 10H00 às 18H00 e de terça a sexta-feira das 09H00 às 18H00.

Nota biográfica: No princípio, quando começa a escrever, adota o nome Maria Ordoñes (nome de família da avó, lado da mãe). O primeiro livro chama-se Ídolo de Barro (sem data), o segundo, Deuses de Barro (outubro, 1942). Nenhum deles foi publicado até 2017, quando Mónica Baldaque, filha da escrita publica a primeira edição de Deuses de Barro. Depois, segundo uma sugestão do escritor Aquilino Ribeiro (1885-1963), ela passou a usar Agustina como nome literário.
Estreou-se como romancista em 1948, com a novela Mundo Fechado. Em 1953, publica A Sibila, romance que, ainda em manuscrito, é galardoado com o Prémio Delfim Guimarães e, mais tarde, em 1954, recebe o Prémio Eça de Queirós.
Agustina publicou dezenas de livros ao longo da sua vida, tendo-se destacado em diferentes géneros literários, como romances, contos, peças teatrais, livros infantis, crónicas e biografias romanceadas (de Sto. António a Florbela Espanca).
Representou as letras portuguesas em numerosos colóquios e encontros internacionais e realizou conferências em universidades um pouco por todo o mundo.
Agustina Bessa-Luís foi distinguida, entre muitos outros, com os prémios Vergílio Ferreira 2004, atribuído pela Universidade de Évora, pela sua carreira como ficcionista, e o Prémio Camões 2004, o mais alto galardão das letras em português.

Local

Biblioteca Municipal de Vila do Porto

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